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Archive for the ‘…fumos literários…’ Category

mj_hyland

foi uma das prendas de natal que recebi. estava na minha lista há muito tempo. comecei ontem… e o M anda a dar pulinhos de contente porque estou finalmente a apreciar o meu presente

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como toda a gente sabe, não sou muito dada a horas-extra… sou menina pouco materialista, que trabalha para viver confortável, com direito a satisfazer alguns caprichos pelo meio… oras, pois acredito piamente que algum ser de outro planeta se apoderou do meu corpo e aceitou fazer overtime lá pelo sítio ultra-secreto onde trabalho… assim sendo, e reconhecendo que mais baixo não posso ir, devo confessar que ainda não são 9 da noite e estou prontinha pra dormir!!!! O Monte dos Vendavais vai ter de esperar um bocadinho… para mal dos meus pecados, pois claro… :(

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tudo, aparentemente, igual. apesar das férias terem passado num instantinho, também sabe bem voltar a esta outra casa. confesso que já sentia falta dos meus housemates e das conversas ligadas à bola! :D já estamos tão habituados uns aos outros, que uma semana consegue parecer bem mais do que é.

as leituras foram-se fazendo: o meu querido nick hornby acompanhou-me por aqui nos primeiros meses. li também o último livro de mark haddon, um pequeno inconveniente. agora trouxe mais livrinhos. alguns, recomendações. outros, intuições. tudo em português. em inglês, compro por aqui…

cheguei a ouvir mazzy star… foi bom chegar assim… agora volto a deliciar-me com o primeiro trabalho dos belle chase hotel… mas claro… em directo, na last.fm, está tudo o que vou ouvindo…

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brueghel-tower-of-babel.jpg

«…Nesta altura Kublai Kan interrompia-o ou imaginava interrompê-lo, ou Marco Polo imaginava que era interrompido, com uma pergunta como: – Caminhas sempre de cabeça virada para trás? – ou: – O que vês está sempre nas tuas costas? ou melhor: – A tua viagem só se faz no passado?
Tudo para que Marco Polo pudesse explicar ou imaginar que explicava ou imaginarem que explicava ou conseguir finalmente explicar a si próprio que aquilo que ele procurava era sempre algo que estava diante de si, e mesmo que se tratasse do passado era um passado que mudava à medida que ele avançava na sua viagem, porque o passado do viajante muda de acordo com o itinerário realizado, digamos não o passado próximo a que cada dia que passa acrescenta um dia, mas o passado mais remoto. Chegando a qualquer nova cidade o viajante reencontra o seu passado que já não sabia que tinha: a estranheza do que já não somos ou já não possuímos espera-nos ao caminho nos lugares estranhos e não possuídos.
Marco entra numa cidade; vê alguém numa praça viver uma vida ou um instante que poderiam ser seus; no lugar daquele homem agora poderia estar ele se tivesse parado no tempo muito tempo antes, ou se muito tempo antes numa encruzilhada em vez de tomar uma estrada tivesse tomado a oposta e ao cabo de uma longa volta viesse encontrar-se no lugar daquele homem naquela praça. Agora, daquele seu passado verdadeiro ou hipotético ele está excluído; não pode parar; tem de prosseguir até outra cidade onde o espera um outro seu passado, ou algo que talvez tivesse sido um seu possível futuro e agora é o presente de outro qualquer. Os futuros não realizados são apenas ramos do passado: ramos secos.
– Viajas para reviver o teu passado? – era agora a pergunta de Kan, que também podia ser formulada assim: – Viajas para achar o teu futuro?
E a resposta de Marco: – O algures é um espelho em negativo. O viajante reconhece o pouco que é seu, descobrindo o muito que não teve nem terá. …»

…fui roubar-te um pedacinho do texto, meu rei a… mas prometo retribuir em géneros, quando voltar! :-P

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You know more of a road by having travelled it then by all the conjectures and descriptions in the world. (William Hazlitt)

(…porque continuamente partimos… mesmo quando não é possível… sobretudo quando sentimos a urgência de agarrar…)

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…O Livro dos Amantes…

… IX …

Pusemos tanto azul nessa distância
ancorada em incerta claridade
e ficamos nas paredes do vento
a escorrer para tudo o que ele invade.

Pusemos tantas flores nas horas breves
que secam folhas nas árvores dos dedos.
E ficámos cingidos nas estátuas
a morder-nos na carne dum segredo.

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jekyll-mansfield.jpg

… estava, desde há muito, na lista de livros para ler. ontem, na fnac aqui do burgo, colocou-se bem à minha frente, para que não fosse possível continuar por lá. e assim li o estranho caso do dr jekyll e do sr hyde num instantinho, em papel… mas podia ter ido aqui

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