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Archive for the ‘… fumos ingleses…’ Category

ontem foi noite de copos com os colegas de trabalho. com a desculpa de exercitar a pontaria, lá fomos todos jogar bowling (a propósito, creio que nesse campo não há esperança para mim), beber cerveja (comigo e com o A. a preferir guinness e a ter que ouvir todo o tipo de coisas a propósito de eu beber cerveja…) e comer comida chinesa ainda mais manhosa do que já é costume ser…

foi muito giro ver o boss com o grãozinho na asa, a arranjar todas as desculpas possíveis para dar abraços e a dizer, ainda que a sua sobriedade deixasse muito a desejar, que eu sou boa em tudo o que faço!!! :D

definitivamente, uma das melhores noites de sempre aqui no sítio… ainda que no final da noite viesse completamente entalada entre o boss e o T. que, diga-se de passagem, estava mesmo muito tocado…

venha a próxima… e, just for the record, dispenso o bowling… já fizemos todos figuras tristes por muito e muito tempo! :D

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o céu estava como eu: irritado. humpf…

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bem sei, “palavras leva-as o vento”, mas parece-me que tenho algumas circunstâncias a apresentar que podem ajudar a atenuar o meu pecado:

circunstância 1: nas últimas semanas surgiu a oportunidade de concorrer a um lugar permanente no sítio ultra-secreto onde trabalho faz quase um ano… ora isso implicou o reformular do meu cv e muitas horas de caneta em punho a escrever aquela que é, com certeza, a mais perfeita covering letter alguma vez já escrita. :P

circunstância 2: tendo sido chamada para a entrevista (!!!), muitas horas foram passadas a tentar descobrir toda a história e mais alguma da empresa, a fazer apontamentos, a (quase) declamar os ditos cujos… e a atormentar a vida dos housemates, pois claro…

circunstância 3: a entrevista

circunstância 4: o dia do tal valentim, que foi muito bem aproveitado por estes lados! :p

circunstância 5: o estar já em contagem decrescente, não só para o meu aniversário, mas sobretudo para entrar num daqueles aviões muito inseguros que me levam a casa!

estarei perdoada?… :p

ah!, e a propósito!, sim, a entrevista só pode ter corrido bem… que outra razão haveria para andar agora a preencher toda a papelada necessária para me tornar permanente?!? ;-)

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mj_hyland

foi uma das prendas de natal que recebi. estava na minha lista há muito tempo. comecei ontem… e o M anda a dar pulinhos de contente porque estou finalmente a apreciar o meu presente

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todas as actualizações e mais algumas a partir de amanhã…

(resolução de ano novo feita agorinha mesmo :D)

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xmas-postcards1

… e com uma mão bem cheia de postais de natal, entregues em mãos (viva a repetição!!!!), por alguns colegas e muitos supervisores lá do local ultra-secreto onde passo grande parte do meu tempo. aqui entre nós, que ninguém nos ouve, é bem engraçada esta “tradição” dos súbditos de sua majestade…

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It was a creed written into the founding documents that declared the destiny of a nation.

Yes we can.

It was whispered by slaves and abolitionists as they blazed a trail toward freedom.

Yes we can.

It was sung by immigrants as they struck out from distant shores and pioneers who pushed westward against an unforgiving wilderness.

Yes we can.

It was the call of workers who organized; women who reached for the ballots; a President who chose the moon as our new frontier; and a King who took us to the mountaintop and pointed the way to the Promised Land.

Yes we can to justice and equality.

Yes we can to opportunity and prosperity.

Yes we can heal this nation.

Yes we can repair this world.

Yes we can.

We know the battle ahead will be long, but always remember that no matter what obstacles stand in our way, nothing can stand in the way of the power of millions of voices calling for change.

We have been told we cannot do this by a chorus of cynics…they will only grow louder and more dissonant ……….. We’ve been asked to pause for a reality check. We’ve been warned against offering the people of this nation false hope.

But in the unlikely story that is America, there has never been anything false about hope.

Now the hopes of the little girl who goes to a crumbling school in Dillon are the same as the dreams of the boy who learns on the streets of LA; we will remember that there is something happening in America; that we are not as divided as our politics suggests; that we are one people; we are one nation; and together, we will begin the next great chapter in the American story with three words that will ring from coast to coast; from sea to shining sea.

Yes. We. Can.

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