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Archive for Janeiro, 2008

tudo começa a fazer sentido. ontem não fui recolher underwear. fiquei por Cambridge. tratei de burocracias. fui buscar o meu primeiro pagamento. abri, finalmente, uma conta num banco inglês. andei sorridente o dia inteiro. contente e orgulhosa. afinal, parece que consigo fazer isto… ao fim do dia, em casa, tudo soube bem: conversar com o A, depois beber uma cerveja com o Mk, acabar de ver a fabulosa série weeds, ir para a caminha e dormir muito descansada. e porque estas boas energias parecem permanecer por aqui, hoje o dia também tem sido bem catita, com direito a gargalhadas e a um traditional english breakfast com os housemates Mk e M. mais logo parece que vamos ao cinema… hmmm… é tão bom isto…. trabalhar muito, mas também ter tempo para estar bem, e bem acompanhada… suponho que isto sim, é viver! :o)

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…as primeiras duas lágrimas surgiram… mas bem escondidinhas, para ninguém ver…

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… dizem por aí que a nossa casa é o sítio onde estamos, o sítio que fazemos nosso. pois que assim seja! está é, então, e apenas por mais uns dias (espero eu) a minha casa. gosto de aqui estar. os housemates têm sido amorosos. cultura diferente, hábitos diferentes, mas muito catitas. invadi o seu espaço e, se inicialmente era estranha aqui, agora já tudo acontece mais natural e espontaneamente. até a K, que achou a minha massa demasiado cozida, tem sido impecável! :D

passei bastante tempo a dizer ao M que, a vir para aqui, teria de arranjar trabalho na primeira semana e casa na segunda semana. ele sempre me disse que a coisa podia não correr como eu queria… creio que tentava, à sua maneira, preparar-me para o facto da coisa não correr assim tão bem. anyway fez na passada terça-feira uma semana que aqui cheguei. na quarta fui trabalhar. trabalhei, aliás, até ontem, e esta semana lá vou eu outra vez. não gosto particularente do trabalho, mas preciso do dinheiro. a rotina agora é: acordar às 6am, apanhar um autocarro às 7.30. passado uma hora chegar ao sítio onde está o armazém de underwear, começar às 9am a reconher a dita underwear, sair às 5.30pm, autocarro às 6.10… chegar a casa por volta das 7.30pm. no segundo dia passei-me completamente. quando o M chegou a casa e me perguntou como tinha corrido o dia, verbalizei um ou outro palavrão… shame on me… agora, que me começo a familiarizar com as copas dos soutiens, só penso que embora o meu cérebro esteja em estado iminente de estupidificação, pelo menos começa a entrar dinheiro e posso, finalmente, começar a procurar um quarto para mim.

… e são assim os dias no paraíso! :D…

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…às vezes as frases feitas cabem-nos que nem luvas que não precisamos de ajustar às mãos. a voz de sérgio godinho, e a frase batida têm-me servido de muito nestes dias estranhos. há uns tempos dizia que o que custava era ganhar coragem para dar o salto… bem… dar o salto também não é assim tão fácil. confesso que já me senti perdida e assustada nesta terra que não é (ainda) a minha, nesta casa que não é a minha. é tudo uma questão de adaptação, suponho. vim parar a uma cidade que tem um parque com o meu nome. talvez seja um sinal. ou talvez não. tudo é possível. neste momento não consigo prever nada. nem controlar nada. mas ainda assim sinto-me com coragem suficiente para ficar mais uns tempos… claro que o ideal seria arranjar já um trabalho… mas num país sem burocracias as agências de recrutamento conseguiram fazer de mim uma bolinha saltitona, daquelas que perdeu o norte. anyway… já estou bem mais esclarecida quanto às minhas obrigações e direitos… agora, só mesmo um trabalhinho e tudo o resto se resolve facilmente. :o)

claro que o M tem de entrar nesta história. em primeiro lugar porque, não fosse ele e eu estaria a dormir debaixo de uma qualquer ponte (nada agradável, a julgar pela quantidade de vezes que chove por aqui…). abriu as portas da sua casa, favor que não acredito que algum dia possa retribuir. aquando de um rainy day, é capaz daquele abraço que conforta. quando se está longe de quase tudo o que se ama, quando os mimos daquelas pessoas especiais nos fazem tanta falta que sentimos que estamos a ficar sem ar, um abraço ou uma festinha na mão conseguem fazer toda a diferença. saber que quando se chega a casa se pode dizer um palavrão na nossa própria língua faz toda a diferença. ou não, mas tem sido importante saber isso, ainda que não tenha verbalizado nenhum palavrão! :D

é a letra da música……e é então que amigos nos oferecem leito / entra-se cansado e sai-se refeito / luta-se por tudo o que se leva a peito / bebe-se e come-se e alguém nos diz: bom proveito / e vem-nos à memória uma frase batida: hoje é o primeiro dia do resto da tua vida…

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prometo actualizações dentro de poucas horas. agora vou tentar perceber como funciona a cozinha desta casa! :D

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sasha-wattz-guests.jpg

…dificilmente poderia ser mais bonita… bailarinos da Sasha Waltz & Guests no ccb…

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