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Archive for Agosto, 2007

a partir da meia-noite estou, oficialmente, desempregada…

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ora… mr right é chamado, com urgência, à recepção…

[como era mesmo?… os seres do sexo oposto só me interessam para uma coisa…?!? :D]

(yes… last night of freedom, and here we are… :p)

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romance_and_cigarettes.jpg

[… onde estava com a cabeça para não ir ver esta delícia ao cinema????… ]

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como se diz “espantada” em inglês mesmo???

[sim… astonish é uma bela palavrinha, sim senhor(a)…]

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… insónias…

o problema das insónias não é, parece-me, o facto de não conseguirmos pregar olho. é, sim, o facto de não conseguirmos deixar de pensar em todas aquelas coisas que se deveriam arrumar, muito bem arrumadinhas, nas respectivas gavetinhas que povoam a nossa memória. às vezes uma mensagem, uma palavra doce, um carinho inesperado. outras, um mal-entendido, um amuo infantil ou uma afirmação mais dura… ou, pior, a constatação de que nem sempre dizemos tudo o que queremos, da forma que queremos. o reconhecimento de que as palavras, sobretudo quando escritas, deixam demasiado espaço em aberto. abrem demasiadas brechas, transformam o terno e apetecível em algo agreste, distante. hoje o sono não chega. o sonho também não. continuo acordada, num acordar que não é sofrido, mas que me incomoda na exacta medida em que me faz pensar demasiado em tudo o que não deveria ser, sequer, lembrado. hoje não durmo porque as palavras me foram pregando partidas. porque preciso de arrumar tudo, muito arrumadinho, nas gavetas que povoam a minha memória…

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Sixpence None the Richer – Kiss Me

kiss me out of the bearded barley / nightly, beside the green, green grass

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diz kundera que pior do que ser ridículo é ser indelicado. lembro-me de dizer isto, muito indignada, a uma personagem a quem chamava, frequentemente, ridículo. na verdade essa personagem não era ridícula nem indelicada. pelo menos, a maior parte das vezes não era nem uma coisa nem outra. porque dizia que era ridículo? porque tinha confiança suficiente para tal. porque achava piada à forma como reagia. porque por vezes era uma provocação, uma espécie de piadinha privada, mesmo que algumas vezes não houvesse espaço para piadas.

a que propósito vem isto? bem… nenhum em especial, ou então tem todo o propósito. como quando nos dizem “então?”, e esperam que não nos sintamos tontos ou confusos com a pergunta… é ser ridículo? não. indelicado? também não. mas para mim é desconfortável. o que respondo? nada. digo que é estranho, ou que é tonto, ou que me embaraça a questão. porque nunca sei o que responder… “então?”. sim… e então? como estou? bem, desde ontem. o que faço? neste momento? falo contigo. antes? lia. o quê? Platero e eu, de Juan Ramón Jiménez. mas o “então” continua a embaraçar-me. tanto como a tua veia casamenteira. e essa, a continuar como está, não é só irritante… passa a ser ridícula e indelicada. e… tenho dito… pufff

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